QUEM SABE, AMANHÃ SERÁ PRIMAVERA!...
Obra de co-autoria MARIA MAMEDE/ALBINO SANTOS
Data de apresentação: 15 de Setembro às 21,30 H
Local: FEIRA DO LIVRO DE GONDOMAR
Apresentação e Prefácio a cargo do Dr. Fernando Peixoto.
Oportunamente serão dados todos os detalhes da apresentação.

Data de apresentação: 15 de Setembro às 21,30 H
Local: FEIRA DO LIVRO DE GONDOMAR
Apresentação e Prefácio a cargo do Dr. Fernando Peixoto.
Oportunamente serão dados todos os detalhes da apresentação.

SINOPSE
É num tom de melodia que escorrem os poemas que compõem esta obra, personificando a pele de duas personagens que, estando longe, estão afinal bem perto, porque não há distâncias quando se partilha idêntica capacidade de sonhar.
Estes dois poetas, que premiaram já a Poesia com vasta obra de grande beleza estética e lírica, reuniram-se agora para uma viagem ao País do Faz-de-Conta, o tal que parece estar longe do real, mas que está sempre tão próximo da realidade. Ora, esse País, não é mais do que o território da memória onde se constrói a realidade com as marcas da existência.
Mas, se neste livro as páginas esvoaçam pela brisa do passado, é o presente que lhes confere a necessária consistência.
Na equação do Tempo Poético que este livro nos revela, há uma igualdade de expressões, cada qual com suas incógnitas. Mas ela – essa igualdade – não parece mais resolúvel nem redutível ao encontro dos dois amantes e, se na geometria dos dias, dos meses, dos anos, cada um segue uma linha, e se ambas são paralelas, no puro fascínio do tempo poético, elas podem encontrar-se no infinito!
A poesia e os poetas são isto mesmo. A semântica dos versos possui códigos indecifráveis, incógnitas que se multiplicam. Mas, sendo a poesia uma arte, compete a cada um interpretá-la, enquanto eles, os artistas, se e nos questionam:
Quem sabe, amanhã será primavera ?
Estes dois poetas, que premiaram já a Poesia com vasta obra de grande beleza estética e lírica, reuniram-se agora para uma viagem ao País do Faz-de-Conta, o tal que parece estar longe do real, mas que está sempre tão próximo da realidade. Ora, esse País, não é mais do que o território da memória onde se constrói a realidade com as marcas da existência.
Mas, se neste livro as páginas esvoaçam pela brisa do passado, é o presente que lhes confere a necessária consistência.
Na equação do Tempo Poético que este livro nos revela, há uma igualdade de expressões, cada qual com suas incógnitas. Mas ela – essa igualdade – não parece mais resolúvel nem redutível ao encontro dos dois amantes e, se na geometria dos dias, dos meses, dos anos, cada um segue uma linha, e se ambas são paralelas, no puro fascínio do tempo poético, elas podem encontrar-se no infinito!
A poesia e os poetas são isto mesmo. A semântica dos versos possui códigos indecifráveis, incógnitas que se multiplicam. Mas, sendo a poesia uma arte, compete a cada um interpretá-la, enquanto eles, os artistas, se e nos questionam:
Quem sabe, amanhã será primavera ?
Fernando Peixoto








